terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Men det er på portugisisk


Nossos corações não sabem mais o que pensar, indecisos, convencidos que algo daria certo. Um romance, um café, uma taça de vinho em uma noite estrelada. Palavras doces, um buquê de flores, viver um filme. Difícil perceber sinais e ter que forçar seu coração a ignora-los, porque agora no fundo sei que não significam nada. Porque um dia acreditei? Algum dia eu ainda tive esperança de tê-lo ao meu lado. Fotos sob a luz do sol do verão, de um perfeito anjo na neve. Já tive esperança de tê-lo meu, nem que se fosse por pouco tempo, alguns dias, horas, alguns segundos. Algo toma conta do meu peito. Não é o batimento forte que já tive, é um choro controlado, um coração machucado. Essa melodia vai e vem a minha mente, mas nunca se vai de vez. Deveria ir, pra longe de mim. Tirar-te daqui de perto, tirar qualquer batimento forte que queira voltar, tirar você de mim.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Leave the light on


Then he said: don’t turn off the light. Because every second when we defy the laws of physics and we try to be one, I want to see you. I want light to bright your brown eyes that shine while they look at me, bright every little piece of you. Don’t turn the light off just because you may be shame of your defects, for me they are perfections. Don’t turn off the light trying to hide any marks of the soft drink you drank yesterday or of the chocolate you have eaten this morning. When I have you with me, in a random bed, I don’t care about what you hate in yourself. I cannot find something I could hate, not even with the lights on. So, don’t turn off the light. I will let my eyes open and don’t be shy when they roam every millimeter of you delicious body. The curve of your breasts, of your butt, your amazing thin waist. Because when I have you mine, I want to see you, explore you, know you. Lastly I beg you, leave the light on. 

[Translated]

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Te imploro


Então ele disse: não apague a luz. Porque todo segundo que desafiarmos as leis da física e tentarmos ser um só, quero te ver.  Quero luz para iluminar seus olhos castanhos que brilham quando me olha, iluminar cada cantinho de você. Não apague a luz por vergonha de seus defeitos, para mim eles são perfeições. Não apague a luz tentando esconder alguma marca do refrigerante a mais que tomou ontem ou do chocolate que comeu nessa manhã. Quando te tenho comigo, numa cama qualquer, não ligo pro que você odeia em você. Não encontro o que odiar, nem com luzes acesas. Então, não apague a luz. Deixarei meus olhos abertos e não se envergonhe quando eles percorrerem cada milímetro do seu delicioso corpo. A curva dos teus peitos, da tua bunda, sua incrível cintura fina. Porque quando te tiver minha, quero te ver, te explorar, te conhecer. Então por fim te imploro, deixe a luz acesa.